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fascina
06.mar.2011
O silêncio era tanto que se ouvia o papel a queimar. A noite estava fresca, mas não demais. Ou então era a solidão. Qual mulher-a-dias a pausa acabou, ao acabar o papel. Então recomecei. E pensar na praia, e no mar, e nas bocas para alimentar. Quem em dera estar só, em vez de apenas o sentir. Vou fazer mais um café, mas desta vez Irlandês.
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